Você sabe o que é o ISOFIX?

Isofix

Recentemente o Imetro estabeleceu alguns critérios para certificar as cadeirinhas infantis no padrão Isofix, mas afinal, você sabe o que é o Isofix?

O isofix é um padrão universal que foi criado para fixar as cadeirinhas infantis nos automóveis, ela exige que os carros saiam de suas fábricas com ganchos específicos para fixar nesse sistema.

Confira no vídeo abaixo tudo sobre esse sistema imprescindível para a segurança de seus pequenos.

Carros Brasileiros Terão Novas Placas a Partir de Setembro

arte-post-placas.pngA partir do dia 1º Setembro de 2018 os carros Brasileiros irão adotar o modelo de placas do Mercosul, informa resolução publicada nesta quinta-feira (8), no Diário Oficial da União.

A placa com novo padrão jé é usada na Argentina e deveria ter começado a ser adotada no Brasil em janeiro de 2016, porém foi adiada duas vezes com seu último adiamento sem prazo específico de início. Veja como será a nova placa:

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Quando começa a valer a nova placa?

  • 1ª etapa começa em 1º de setembro de 2018;
  • Será válida para modelos zero quilômetro, veículos que passarem por processo de transferência de município ou propriedade, ou quando houver a necessidade de substituição das placas;
  • Os veículos usados terão até 31 de dezembro de 2023 para mudar.

 

Qual será o preço?

Ainda não existe uma definição de quais serão os valores das novas placas,  de acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), a nova resolução padroniza a produção das placas nacionalmente, o que pode diminuir seu custo.

Atualmente, os preços das placas variam de estado para estado. Em São Paulo, o par de placas sai por R$ 128,68, por exemplo, enquanto no Paraná o valor é de R$ 128,49.

Além disso, existem as taxas de vistoria e licenciamento que são definidas pelo Departamento de Trânsito (Detran) de cada estado.

 

O que vai diferenciar da atual?

A nova placa vai ter uma tarja azul, bandeira do Brasil e outra configuração de letras e números. Além disso, contará com um chip e um código do tipo QR Code para facilitar a identificação dos veículos roubados ou clonados nos países do Mercosul.

Com as novas tecnologias empregadas para evitar falsificações, o Denatran informou que as novas placas não utilizarão mais o lacre. Em muitos casos, o lacre se rompia com o tempo e devia ser reposto para o motorista não ser multado, segundo o Denatran, também será possível o compartilhamento de dados com sistemas de cancelas e portões, que poderão ser utilizados em pedágios e estacionamentos por exemplo.

O que muda no visual da placa?

1- Mais letras e menos números

Em vez de 3 letras e 4 números, como é hoje, as novas placas terão 4 letras e 3 números, e poderão estar embaralhados, assim como na Europa;

2- Cores nas letras e números

Ao contrário do que acontece atualmente, em que a cor de fundo da placa muda conforme o tipo de veículo (comercial, diplomático, etc), nas novas placas a cor do fundo será sempre branca. As cores estarão nas letras e nos números, com esse novo padrão é o fim da famosa “Placa Preta”.

Modelos das novas Placas - Mercosul 2018

3- Estado e cidade com nome e brasão

O nome do país estará na parte superior da patente, sobre uma barra azul. Nome da cidade e do estado estarão na lateral direita, acompanhados dos respectivos brasões;

4- Tamanho

A placa terá as mesmas medidas das já utilizadas no Brasil (40 cm de comprimento por 13 cm de largura);

5- Contra falsificações

Marcas d’água com o nome do país e do Mercosul estarão grafadas na diagonal ao longo das placas, com o objetivo de dificultar falsificações. No Brasil, a placa terá uma tira holográfica do lado esquerdo e um código bidimensional que conterá a identificação do fabricante, a data de fabricação e o número serial da placa. A tira é uma maneira de evitar falsificação.

Controle Elétrico de Estabilidade: funções e desempenho

Sendo considerada uma das maiores inovações da segurança automotiva, depois do sinto de segurança, o controle de estabilidade atua na prevenção de acidentes, antes mesmo dos airbags serem acionados.

VSA.jpgSistema VSA no Honda Civic Geração 10

Desde o ano passado, o Latin NCAP garantiu classificação 5 estrelas para os veículos que estejam equipados com este dispositivo, tornando ele obrigatório na Europa e possivelmente compulsório para o Brasil.

Dentre as prevenções executadas, manter o controle do carro em situações de riscos, como curvas fechadas, desvios bruscos de rota e pisos escorregadios, está dentre as principais ações.  O resultado dele é tão positivo, que segundo o Instituto de seguros para segurança rodoviária IIHS, ele chega a reduzir 43% dos acidentes fatais. No caso de veículos SUVs, 83% de capotamentos podem ser evitados.

Mas afinal, como descobrir se o meu carro possui esse recurso?

Para identificá-lo basta consultar o manual ou ficha técnica do modelo, em que o item costuma ser apresentado como ESC, sigla para controle de estabilidade em inglês. Também é possível notar a presença dele localizando este botão:

HRV_botao_VSA_1166.jpgSistema VSA Honda HR-V

Vale ressaltar que tal informação pode ser obtida de outras maneiras. Algumas montadoras nomeiam a função com siglas específicas. No caso da Honda, por exemplo, a nomenclatura utilizada é VSA Vehicle Stability Assist.

De que modo ele opera?

A identificação acontece a partir dos movimentos do condutor que correspondam à direção real em que o carro se movimente. Em casos de aquaplanagem, por exemplo, em que o motorista gira o volante para o lado contrário ao do carro, o sistema VSA, detecta o problema e passa a responde-lo.

As respostas obtidas acontecem com a leitura de dados enviados por sensores, que calculam a inclinação da direção e velocidade das rodas, até o movimento lateral do veículo. Um grande exemplo é que se o carro estiver passando por um cruzamento e, subitamente for surpreendido por outro em seu percurso, será necessário desviar virando o volante para a esquerda. Contudo, isto não se tornará suficiente, para fugir do obstáculo:

Situação 1 – Sem o controle de estabilidade: o carro não obedecerá ao comando, ocasionando possivelmente um acidente.

Situação 2 – Com o controle de estabilidade: impedirá um possível acidente a partir da frenagem, fazendo uma das rodas pararem enquanto mantem o rumo do automóvel.

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Devo desligá-lo em algum momento?

O aconselhável é que o motorista não desligue o botão. Entretanto, existem situações específicas que tornam esta prática obrigatória, como por exemplo: dirigir sobre areia, em estradas com neve, ou demais situações em que o pneu precise derrapar um pouco até localizar o terreno.

É possível compra-lo avulso?

Se por acaso você ouviu algum boato neste sentido, esteja certificado de que essa informação é improcedente. Isto, pois o sistema depende de uma série de sensores, que podem ou não constarem no seu carro. Tal dispositivo não tem aplicação universal, sem configuração prévia da montadora.

Posso instalar o ESC tendo ABS no veículo?

Não. No Brasil, o sistema ABS tornou-se obrigatório, tendo o sensor de velocidade já contido nas rodas. Contudo, um dos módulos ou hardwares opera apenas o ABS, enquanto o outro executa ambos os componentes. Deste modo para que a operação fosse concluída com sucesso, seria necessária a troca de módulos e recalibragem.

É possível que este sistema se torne obrigatório futuramente?

Segundo informações do Denatran (Departamento Nacional de Transito) a normativa de proposta para obrigatoriedade do ESC já foi proposta para o Contran (Conselho Nacional de Trânsito), e encontra-se em discussão na Câmara Temática de Assuntos Veiculares. Contudo, é necessário que proposta volte ao Contran para sua decisão final.

Encosto de cabeça: você sabe a função deste componente?

Indispensável para a sua segurança o encosto de cabeça se tornará item obrigatório em 2018.

APAGAR

Com o objetivo de tornar os veículos mais seguros, a partir do ano que vem o  encosto de cabeça será item obrigatório nos veículos. De acordo com o Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), todos os veículos que rodam no Brasil deverão obedecer a resolução 044/98 sendo eles nacionais e importados zero-quilômetro, nos assentos traseiros.

O não cumprimento desta regra pevista no artigo 230, item 10 do Código de Trânsito Brasileiro, acarretará infração grave e multa no valor de R$195,23, com cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação.

Contudo, veículos mais antigos, que não obtenham este recurso original de fábrica, encontram-se livre da penalidade, sendo neste caso orientado apenas para que o equipamento seja instalado, a fim de aumentar a segurança dos passageiros.

Mas afinal, qual a finalidade do encosto de cabeça?

Apesar de não ser muito lembrada, quando o assunto é segurança, a utilização deste pode prevenir graves lesões e acidades. De acordo com o especialista em trânsito e diretor da Tecnodata Educacional o uso deste componente é tão importante quanto o cinto de segurança, principalmente em casos de colisões traseiras.

A atuação dele ocorre evitando o chicote nos passageiros em caso de colisões traseiras, isto, pois, ao colidir, o cinto segura o corpo das pessoas, mas não o pescoço e a cabeça (o que acaba comprometendo a coluna cervical, na região do pescoço).

Como devo ajustar o encosto?

A forma é na altura do  centro posterior da cabeça ou até três centímetros acima. Sem ele a cabeça fica desprotegida, podendo se movimentar livremente para frente e para trás ocasionando lesões que podem comprometer os movimentos dos braços e das pernas.

No caso de carros que possuam cintos de segurança de três pontos e encosto de cabeça somente nas pontas, o assento do meio geralmente é abdominal não havendo apoio para cabeça. Nestas ocasiões o aconselhado é que este lugar seja ocupado apenas por pessoas que a altura não ultrapasse a do encosto.

O encosto de cabeça pode quebrar o vidro em caso de emergência?

Apesar de fornecer segurança, e de popularmente existir boatos de que ele execute esta função, os rumores não passam de mito. A justificativa para tal feito é que além de não ser fácil de retirá-lo, o material não é tão resistente a ponto de conseguir quebrar um vidro em sua parte central. Caso tente, o aconselhado é fazê-lo nas extremidades do vidro.

Cuidado redobrado: evite erros ao substituir o lubrificante do motor

Além de lubricar, o óleo do seu carro atua garantindo bom desempenho e limpeza nas superfícies internas do motor. Contudo algumas atitudes como não inspecionar a troca, podem comprometer o desempenho do seu automóvel e colocar você em uma armadilha. Veja agora os principais riscos ao substituir o lubrificante:

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Respeite os prazos de troca:

É muito importante que aos intervalos (de 5.000km ou 10.000km, conforme o fabricante) sejam respeitados. Isto, pois, após esse período o óleo antigo contaminará e oxidará, comprometendo a capacidade de lubrificação das peças internas e até mesmo antecipando o desgaste destas.

Completar não é trocar!

O mesmo vale para os espertinhos que invés de trocar apenas completa o óleo. Esta atitude além de incorreta faz com que o óleo novo se contamine ao entrar em contato com o antigo, perdendo sua eficácia.

Aditivos devem ser banidos!

Além de comprometer as propriedades do lubrificante, o óleo já possuiu este componente em sua composição. Tal prática pode resultar também na perda da garantia do automóvel, caso seja diagnosticado a formação de depósitos decorrentes desta atitude. Segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP) foi previsto a obrigatoriedade para que fabricantes de aditivos coloquem nas embalagens a informação de que estes não são essenciais.

Sintético e mineral juntos: evite essa combinação!

Apesar de ser incorreta a mistura, em algumas situações de emergência, como em um vazamento, é possível efetuar esta operação utilizando marcas diferentes, desde que da mesma composição: sintéticos com sintéticos, semissintéticos com semissintéticos e minerais com minerais, conservando a mesma viscosidade e grau API e SAE. O descumprimento dessa norma prejudicará a eficiência do componente gerando vários riscos ao motor.

O filtro não pode ser esquecido!

O motorista deve efetuar serviço completo: trocou o óleo, trocou o filtro. De nada adianta querer economizar neste momento, visto que as impurezas do produto antigo permanecerão mesmo após a troca se o filtro antigo permanecer no automóvel.

De olho no motor:

Ao efetuar a troca cuide para não pingar óleo no motor. Por mais inocente que pareça, tal ação pode afetar as velas, câmara de combustão e o catalisador, causando danos ao motor e aumentando os custos de manutenção e combustível.

Respeite os níveis do tanque:

Rodar abaixo no nível exigido pode comprometer a lubrificação ou aumentar a fricção entre as peças acelerando o desgaste, e fazendo com que haja perda de potência, excesso de calor ou até mesmo fundição do motor. Já para quem excede o limite de óleo, corre o risco de este transbordar e cair em locais fora do sistema de lubrificação, ocasionando no acúmulo de material.

Certifique-se de que os parafusos estão fixados corretamente:

Nem excesso de força, nem frouxo demais. Os parafusos devem ser colocados corretamente para que não ocorram vazamentos. Fique atento e procure os serviços da concessionária responsável para garantir total segurança.

Atenção para as trocas por sucção: sistema a vácuo

 Embora esta prática seja mais ágil, ocorrendo em até 5 minutos contra 20 minutos da tradicional, os especialistas garantem que ela exige cuidado superior ao ser executada. O motivo para este cuidado é que se não realizada com o motor do carro quente, as impurezas não serão sugadas. Alterne as trocas por sucção com as por gravidade, e caso seu veículo não tenha o bujão no fundo do cárter as trocas de óleo devem ser exclusivamente realizadas com equipamentos homologados pela marca.

Sempre realize seus serviços com uma equipe preparada e na concessionária responsável para garantir qualidade ao seu automóvel e segurança para seu automóvel.

Luz diurna de LED/DRL é permitida como farol baixo em rodovias

Veículos não dotados dessa função devem utilizar a luz baixa para transitar nas rodovias durante o dia.

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Após o pedido realizado pela Polícia Federal ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran), está permitido o uso das luzes diurnas de LED/DRL, por meio da Lei 13.290, de 23 de maio de 2016. Tal afirmação garante que veículos que não possuam este recurso devem transitar com o farol baixo.

De acordo com a lei, a medida não valerá para todas as outras situações em que o farol baixo é exigido, tal como dentro de túneis ou durante a noite. Segundo o Contran, um ofício circular já foi encaminhando para os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito, entendendo-se que esta ação seja suficiente para nortear os procedimentos de realizações policiais.

O motorista que descumprir a exigência nas rodovias poderá levar 4 pontos na carteira de habilitação (infração média), além de multa no valor de R$130,16. Vale ressaltar que faróis de neblina, milha ou faroletes não cumprem a função exigida pela Lei.

 

De que modo o DRL atuará?

            Voltado para a dianteira, tal item atua evidenciando a presença do automóvel quando em circulação durante o período do dia. O objetivo é de melhorar a visibilidade do veículo durante a luz diurna, bem como consta na Lei nº13.290/16.

 

Como a medida trará melhorias?

Alguns estudos apontam que grande parte das colisões frontais é causada pela não percepção do outro veículo pelo motorista, que ao se deparar com a vinda de um automóvel acaba não tendo tempo de reagir para evitar o acidente. Isso também ocorre com veículos que trafegam na direção contrária, ou em casos de ultrapassagem. Com a Lei, a presença das luzes reduzirá significativamente o número de colisões frontais, entre 5% e 10%.

 

CNH: Fique atento nas mudanças da Carteira Nacional de Habilitação

Os motoristas que transitam pelo território nacional já puderam acompanhar algumas alterações no uso da carteira de motorista. Isso porque, desde maio o governo tem anunciado mudanças que vão desde o uso do QR Code, ao fim da multa para quem estiver sem habilitação.  Acompanhe algumas novidades:

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Virou RG: os órgãos e entidades de administração pública agora aceitam a utilização do documento como identificação do RG, mesmo que o documento esteja vencido.

Código de barra para sua identificação: com a utilização do QR Code, consegue-se escanear por meio de aparelhos móveis a autenticidade do documento. A operação é executada desde maio deste ano.

Mobilidade no acesso: agora é possível acessar a carta com o celular, sendo que, a partir de fevereiro de 2018 a versão digital terá o mesmo valor da impressa.

Com o uso de um aplicativo, o usuário poderá contatar os dados com a utilização do QR Code, basta que o ele cadastre-se no site do Denatran, e forneça o certificado digital, que é pago. Também é possível adquirir este benefício se deslocando até a sede do Detran de seu Estado. Para que o motorista tenha seu cadastro ativado, ele receberá um link com solicitação de login e senha.

Todos os documentos em um só: apesar de ainda não ter uma data definida (previsão para 2022), a CNH poderá substituir o uso do RG, CPF e Título de Eleitor.

Sem multa para o esquecimento: a Câmara aprovou o fim da multa para quem estiver sem habilitação. Agora, o agente de trânsito deverá consultar o banco de dados ou o motorista poderá apresentá-la em até 30 dias. A medida ainda passará pelo Senado.

Como faço para ter a minha habilitação?

É necessário que a pessoa, maior de 18 anos alfabetizada, procure o Detran de seu Estado ou uma autoescola para solicitar a confecção do documento. O usuário passará por testes de exame médico, psicotécnico e exames teóricos e práticos.

A primeira versão da carteira tem duração de um ano e é de utilização provisória. Após este período o motorista receberá a definitiva com duração de cinco anos, e três anos para motoristas com mais de 65 anos.

Contudo o condutor deve-se manter atento para não perder o uso da carta com acumulo de 20 pontos ou mais no período de 12 meses, para carteira definitiva. Caso contrário, terá o uso suspenso no prazo de seis meses a um ano. Para as provisórias o limite de pontos é quatro.

 

Conheça alguns tipos de infrações:

 

INFRAÇÃO AUTO-SUSPENSIVA: disputar corrida, ameaçar outros veículos ou dirigir alcoolizado.

INFRAÇÃO GRAVÍSSIMA: dirigir sem possuir habilitação ou com ela cassada e dirigir sem lentes de contato ou aparelho auditivo.

INFRAÇÃO GRAVE: não usar o cinto de segurança, estacionar sobre ciclovia e fazer reparo do veículo em via rápida.

INFRAÇÃO MÉDIA: estacionar na esquina ou junto a calçada rebaixada e atirar objetos de dentro do carro.

INFRAÇÃO LEVE: estacionar afastado da guia ou no acostamento e parar na calçada ou faixa de pedestres.

 

 

 

Entenda as diferenças dos processos de pintura do seu automóvel

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Definir a cor é um dos principais requisitos na hora de fechar negócio, contudo você sabe distinguir os materiais utilizados?

Definir o processo de compra de um automóvel zero quilometro pode gerar algumas dúvidas básicas quanto ao desempenho, estética e outros fatores que os motoristas de plantão gostam de garantir antes de fechar negócio. Um dos principais itens questionados no momento da compra, certamente é a de pintura que será escolhida.

Atualmente os principais estilos aplicados pelas montadoras são: sólidos, metálicos e perolizados. Contudo, entender a particularidade de cada um deles pode ser um tanto complicado. Pensando nisso, o Garage Enjin dará dicas para você escolher o estilo ideal para o seu carro.

Pintura Sólida: sendo a mais básica, esta é a famosa “disponível de série”, em grande parte dos veículos. Sua composição é formada por pigmentos de cor, que se caracterizam normalmente nas cores vermelho, branco e preto. A fórmula leva em sua composição poliuretano, ou poliéster. Geralmente não adiciona custo ao preço final do veículo.

Pintura Metálica: feitas com base de alumínio, este componente reflete com exatidão a luz na carroceria, sendo particularmente bem vista após sua aplicação, é a mais comum no mercado brasileiro, tem preço intermediário entre as três opções.

Pintura Perolizada: proporcionando maior reflexo dos raios solares na carroceria, esta é composta por pigmentos à base de mica (pérola tratada). O grande diferencial deste estilo, é que conforme a incidência da luz, o automóvel pode apresentar até três cores diferentes. Aqui o céu é o limite em variações de cores e preços.

 

Rapidez e tecnologias aliadas ao meio ambiente

             Você sabia que assim como o carro, os trabalhos executados na oficina também emitem poluentes? Pois é, e esta ação acontece especificamente nas atividades de repintura.  O que muita gente não sabe é que atualmente as empresas fabricantes de tinta já desenvolvem produtos de pintura à base de água, seguindo os requisitos estabelecidos pelos comitês europeus e americanos de controle de emissões.

A grande sacada destes materiais é que agora eles trabalham proporcionando menos poluentes, em comparação às tintas a base de solvente, por exemplo, no que se refere às medidas de consumo, as pinturas a base de água são até 26% mais econômicas no volume de material utilizado.  Segundo testes desenvolvidos pelo Centro de Experimentação e Segurança Viária, CESV, os processos deste novo estilo de pintura, apresentam uma série de vantagens no processo de aplicação e reparação.

 

Concessionária Ecológica: exemplo de montadora que aplica a conscientização na prática

             A Honda Automóveis e a Enjin Distribuidora de Veículos se preocupam com os impactos ambientais, reduzindo a interferência de suas operações sobre recursos naturais gerados pelas atividades corporativas e pelo uso de insumos. Deste modo, o compromisso da montadora, tem sido monitorar a rede de concessionárias na área ambiental, verificando a destinação de resíduos gerados na prestação de serviços como: metais, plásticos, líquidos, ácido, combustível, solventes, óleos, lubrificantes e baterias usadas.

Outra característica consciente, é que equipe de funilaria e pintura já adere aos serviços de pintura a base d’água, garantindo a preservação necessária ao meio ambiente, de maneira ecológica e eficaz.

Carteira Nacional de Habilitação ganha código QR com acesso via aplicativo móvel

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A nova formulação da carteira pretende diminuir o número de fraudes e falsificações do documento.

Foi anunciado nesta terça-feira (09) que as CNH (Carteira Nacional de Habilitação) brasileiras, passarão ser acessadas por QR Code. A informação foi repassada pelo Detran (Departamento Nacional de Trânsito), que alegou que tal medida contribuirá contra falsificações e fraudes, aumentando assim a segurança.

A implementação da nova regra foi acordado em uma parceria do Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados) com o aplicativo Lince, responsável pela leitura dos códigos e disponível para download nas plataformas Android e iOS. Nele o consultor terá acesso a todos os dados presentes na CNH física, incluindo a fotografia.

Ainda o aplicativo possuirá acesso padronizado mesmo desconectado da internet, e por enquanto está acessível para qualquer cidadão. Segundo a assessoria da Serpro, a partir do segundo semestre já haverá uma versão exclusiva para os agentes de trânsito, com informações sigilosas como, situação legal do veículo e da própria CNH.

De acordo com a resolução 598 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), a informação foi divulgada em dezembro de 2016, e já está em vigor desde o início do ano. Tais alterações contribuirão para que os dados verificados impeçam de não titulares transitarem com o documento, visto que agora, o código poderá ser consultado por agentes de leis de trânsito e demais setores civis como: empresas, locadoras de veículos, bancos e cartórios.

Vale ressaltar que de acordo com o Departamento Nacional de Trânsito, a partir de maio deste ano 350 mil unidades da carteira já teriam sido impressas com a inclusão do código.

De acordo com Elmer Vicenzi, diretor do Denatran, a nova tecnologia não deverá gerar mais custos para a emissão e a renovação da carteira de motorista, embora a taxa de emissão seja estadual e varie de acordo com cada Estado da federação.

Saiba como evitar e tratar a oxidação.

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Muito temida pelos motoristas, a ferrugem além de comprometer os aspectos estéticos também pode danificar outros componentes do veículo. Saiba o que fazer para preveni-la.

Enferrujou… Qual a razão?

Este processo se dá a partir da união entre água ar e oxigênio, que em contato com a carroceria do veículo, criam um processo inicial de corrosão que se estende até comprometer toda a estrutura do automóvel. Outro fator contribuinte é a maresia ocorrida em regiões litorâneas. Uma vez constatada ela compromete itens como: suspensão, escamento e até mesmo amortecedor. Ainda, a areia da praia é outra grande vilã neste processo, podendo ser absorvida pelo filtro de ar do motor e cabine, se alojando em partes que exijam da lubrificação.

Ao voltar de Zonas Costeiras, certifique-se de que a bateria e injeção eletrônica não foram comprometidas. Examine também os conectores elétricos, filtros de ar, coifas, equipamentos de lubrificação e amortecedores.

Prevenção é ação!

O recomendável é efetuar a pulverização nas latarias pelo menos uma vez por ano com óleo de qualidade. Também é necessário manter atenção especial ao lavar o carro e certificar-se sobre o não acumulo de água nas borrachas, lataria, piso e vidraçaria.  Isso porque, caso o problema se estenda a estes itens o custo para consertá-los pode ultrapassar o valor de R$5.000,00.

Ainda, evite estacionar em locais que exponham o automóvel a muita luz solar, utilizando capas de proteção caso deixe-o em garagens abertas. Vale ressaltar que manter o carro encerado evita o ressecamento da tinta.

O cuidado deve se estender ainda com batidas, arranhados ou amassados. Por menor que seja o arranhão exposto, ele pode ser o primeiro passo para o comprometimento total. Se identificar este problema, repare o quanto antes!

Na dúvida, consulte os serviços da concessionária responsável para a execução das devidas funções.

Produtos que previnem a oxidação existem?

A empresa fabricante de produtos químicos do setor automotivo Orbi Química, recomenda a utilização de lubrificantes para proteção de intempérie como umidade, poeira e maresia, já existentes no mercado. Estes atuam na proteção das partes metálicas mais sensíveis e expostas.

Outra prevenção necessária é manter atenção especial caso o veículo for zero quilometro. Entre em contato com a montadora e verifique os prazos de garantia de fábrica, bem como as medidas necessárias caso necessite de um serviço de reparo.